O nome dedetização tem origem no DDT (Dicloro – Difenil - Tricloroetano), um veneno amplamente utilizado a partir da Segunda Guerra Mundial, hoje é proibido devido ao seu alto grau de toxicidade e contaminação do ambiente, assim sendo, o nome dedetização não é mais implantado, sendo desinsetização ou desinfestação com inseticidas, um termo mais correto e atual. Assim, essa visa a acabar com uma infestação já instalada ao usar apenas pesticidas, iscas, armadilhas e venenos destinados para cada situação, sem analisar o porquê da infestação.

 

Existem diferentes tipos de desinsetização, cada um destinado a um tipo de infestação: desintetização propriamente dita, desratização, além da eliminação de pombos, pequenos artrópodes e aracnídeos.

Diversos tipos de produtos químicos são empregados para a realização de uma desinsetização:

1. DDT, que foi utilizado principalmente para o combate contra a malária e, hoje está proibido pelos danos causados à saúde a ao ambiente.

2. Organofosfatos: causam paralisia no inseto.

3. Larvicidas e Adulticidas: Matam larvas e adultos, respectivamente.

4. Piretróides para insetos adultos.

5. Methoprene: hormônio sintético de inseto que causa disfunção hormonal em mosquitos imaturos; impede a maturação sexual do inseto.

O maior risco da aplicação desse método é a contaminação de pessoas presentes no local da aplicação, além da intoxicação de animais não alvos e contaminação do ambiente.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria das pessoas é contaminada por pesticidas de quatro maneiras:

1. Ao utilizar o pesticida;

2. Ao entrar em contato direto ou indireto com superfícies e objetos contaminados;

3. Ao ingerir alimentos e água contaminados;

Por isso, para a aplicação de pesticidas são necessárias medidas de prevenção de contaminação.

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